segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
3 ANOS!!
Pois é, o tempo voa mesmo, minha pequena ja vai fazer 3 aninhos, de muita mal criação, de muita birra de muita inteligencia, enfim tudo muita kkkk. estou nos preparativos para a festinha de 3 anos, dessa vez bem mais simples que a de 2, o tema vai ser branca de neve, ganhou um vestido da própria da vovo Teca, o vestido é belíssimo, veio direto da Disney, comprado na casa das princesas bem original mesmo, temos q agradecer a tia zara q trouce de tao longe o vestido de nossa princesa Ana Beatriz, ela ta radiante, diz q é princesa de neve, só tira o vestido p dormir.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Eu sou o retrato da FELICIDADE !!!! (Gramado)




Hum, faz tempo que não apareço por aqui, falta de tempo? sem vontade? preguiça??? sei la, só sei que to Feliz demais, gente conheci Gramado uma cidade linda, limpa, iluminada, pessoas educadas, uma cidade romântica, finalizando APAIXONANTE, foi maravilhoso, fui com meu marido, meus filhos ficaram (essa foi a pior parte), mas tentei me desligar e aproveitei cada segundo, foi inesquecível, um friozinho, um vinhozinho, eita coisa boa. São tantas coisas p contar, mas vai ficar guardado em minha memória pra sempre. Quem um dia tiver oportunidade não deixe de conhecer Gramado, é simplismente inexplicável!!!
sábado, 3 de setembro de 2011
Aliviada, mais muito triste ao mesmo tempo!!!
è isso mesmo, como falei no blog antes, estavamos na dúvida de q estavamos grávidos (eu e meu marido), a família toda ja estava ate curtindo o novo baby, mas hoje a curiosidade foi mais forte que eu, fui fazer o exame, e nele tinha NEGATIVOOOO, fiquei aliviada, mas muito trsite, ate pq quero outro filho sim, mas esse n seria o momento, entreguei nas mãos de Deus, mas com esse resultado ficamos todos muito tristes, Breno ficou decepcionado. Mas fim do ano vem meu baby sim, bem programadinho. Mo, nao fica assim, nossa família ainda vem mais um herdeiro heheheh
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Faz tempo!!!
Faz um tempo que não apareço por aqui, tem tantas novidades, vou tentar contar um pouquinho de tudo, bom, eu continuo firme e forte no meu regime, só n consegui perder mais do que meus 17 kg, por conta de uma maldita loira (minha cervejinha)kkkk, mas to conseguindo manter, na verdade acho q vou ficar c o corpo que estou mesmo, não to tão gorda assim, Beatriz..... são tantas de Beatriz, vou resumindo, cada dia mais linda, mais esperta e mais banduleira, me deixou desde sexta-feira, foi pra casa da avo do tio, só nao queria voltar pra ca, casa de tio de vo, tudo sem limites, sem horários, sem disciplina enfim é bom demais, Lipe ta fazendo um curso de soldador naval, ta amando Graças a Deus acho q ele se encontrou (espero), isso é tudo que tenho pra falar, simmmmmmmmmm, estou aguardando p ver se mestruo, fiz uma trela esses dias e tou na expectativa, Breno diz q n quer mais filhos, mas ja ta curtindo, dizendo pra Bia q ela vai ter um irmão kkkkk. Em breve volto para mais novidades, fui.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Férias!!
Bia está de férias e mamãe tb, pois ainda não tenho coragem de deixar Betariz com babá o dia todo, estou a cada dia mais cansada, essas crianças tem uma energia que da dó, o pior é q Recife não tem opção para criança, resultado, ficam em casa extremamente stressadas, shop, não aguento mais, tenho que pensar urgente no que vou fazer com o resto das férias hehehehe
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Sem Pressa!!!
Finalmente Ana Beatriz com 2 anos e 3 meses swixou de fazer xixi na fralda, pois é, sem pressa sem pressão, eu sabia que um dia ela ia deixar, enchia o saco o povo sempre falando....
quarta-feira, 29 de junho de 2011
CULPA!!!!
A "culpa" de ser mãe!
Por Paula Bicudo
Quando o bebê nasce, nós mães ganhamos muitas coisas: felicidades, um amor incondicional, carinhos, paparicos, flores, muitos presentes, além de um lindo filhotinho pra cuidar e amar…e junto com tudo isso: a CULPA.
Ela é nossa companheira desde os primeiros minutos após o nascimento do bebê: sentimos culpa por não ter chorado, ou por ter chorado muito, por estar meio sedada e não conseguir nem sorrir pro rebento que acabou de vir ao mundo, culpa pelo parto não ter sido como imaginávamos, pelo bebê ter nascido grande ou pequeno ou por não termos conseguido ser fortes no momento do parto.
Depois vem a culpa por não conseguir amamentar, ou por conseguir, pelo filho ganhar peso demais ou por não ganhar, pelo filho ser chorão e não dormir a noite, por se sentir irritada e cansada quando deveria estar feliz, por chorar quando deveria apenas sorrir.
E quando acaba a licença-maternidade, A CULPA tende a aumentar: culpa por introduzir alimentos antes do nescessário, culpa por sair de casa e deixar seu filho com outra pessoa, ou ainda, culpa por optar por não trabalhar e não poder ajudar o marido com as despesas da casa.
E assim por diante, até o filho fazer 18 anos e chegar de madrugada em casa. Ou ainda brigar com a namorada. Ou pegar o carro escondido: a maioria das mães vai sentir culpada por isso também.
Até as mães ditas muito bem resolvidas que honestamente não sentiram nenhuma dessas culpas, devem, no fundo, sentir uma pontinha de culpa justamente por não se sentirem culpadas pelas frustrações e dificuldade pelos quais seu filhos passam.
Acontece que passar por algumas dificuldades e frustrações é passo obrigatório no desenvolvimento da personalidade do ser humano. E por mais que nós tentemos proteger nossos filhos, não podemos e nem devemos protegê-los de tudo. Eles tem que crescer, e para isso vão se frustrar e vão sofrer em alguns momentos.
Então, de onde vem essa nossa culpa? Ela é inerente a maternidade ou é fruto de imagem vendida pela nossa sociedade da MÃE MODERNA PERFEITA? Ela é uma mulher linda que tem seus filhos todos de parto normal sem dor, que amamenta facilmente e sem dor,que no dia seguinte ao parto já está magra e bem disposta, cujo filho é comportado desde os primeiros dias e se ela teve que acordar alguma vez de madrugada, o fez sempre de bom humor e sem um fio de cabelo despenteado. É a mãe que trabalha fora e é uma profissional conceituada e atualizada, que tem um excelente salário, que consegue dar atenção merecida aos filhos e ao marido, sempre de bom humor, que tem tempo pra ir a academia, cabelereiros e faz sempre um dieta saudável e equilibrada. E faz tudo isso sem reclamar, sem se cansar e se sente completamente feliz 100% do tempo.
Me desculpem: mas essa é a mãe ideal…que não existe. A mãe real é como todas nós: sempre se desdobrando em 10 e sempre com a sensação de que não vai dar conta de tudo. E sempre atormentadas pela nossa antiga companheira, a CULPA. A melhor analogia que encontro é com aquela velha história do cobertor curto, que, para cobrírmos uma parte, acabamos descobrindo a outra.
E no final, tudo dá certo, nossos filhos crescem e se desenvolvem apesar dos nossos acertos e erros e se tornam pessoas diferentes de nós, amadas sim, muito, mas diferentes. Pessoas que pensarão diferente e discordarão de nós em vários pontos. Podem até nos culpar por isso e por aquilo, mas nunca vão ter a noção de quanto nós mesmas já nos culpamos.
Por fim, visto que toda essa culpa é desnecessária e até nociva, talvez devessemos começar a deixá-la de lado, pelo menos um pouco, e nos concentrarmos em sermos felizes, com as nossas imperfeições.
Não são palavras minhas, mas li, me indentifiquei e gostei.
Ela é nossa companheira desde os primeiros minutos após o nascimento do bebê: sentimos culpa por não ter chorado, ou por ter chorado muito, por estar meio sedada e não conseguir nem sorrir pro rebento que acabou de vir ao mundo, culpa pelo parto não ter sido como imaginávamos, pelo bebê ter nascido grande ou pequeno ou por não termos conseguido ser fortes no momento do parto.
Depois vem a culpa por não conseguir amamentar, ou por conseguir, pelo filho ganhar peso demais ou por não ganhar, pelo filho ser chorão e não dormir a noite, por se sentir irritada e cansada quando deveria estar feliz, por chorar quando deveria apenas sorrir.
E quando acaba a licença-maternidade, A CULPA tende a aumentar: culpa por introduzir alimentos antes do nescessário, culpa por sair de casa e deixar seu filho com outra pessoa, ou ainda, culpa por optar por não trabalhar e não poder ajudar o marido com as despesas da casa.
E assim por diante, até o filho fazer 18 anos e chegar de madrugada em casa. Ou ainda brigar com a namorada. Ou pegar o carro escondido: a maioria das mães vai sentir culpada por isso também.
Até as mães ditas muito bem resolvidas que honestamente não sentiram nenhuma dessas culpas, devem, no fundo, sentir uma pontinha de culpa justamente por não se sentirem culpadas pelas frustrações e dificuldade pelos quais seu filhos passam.
Acontece que passar por algumas dificuldades e frustrações é passo obrigatório no desenvolvimento da personalidade do ser humano. E por mais que nós tentemos proteger nossos filhos, não podemos e nem devemos protegê-los de tudo. Eles tem que crescer, e para isso vão se frustrar e vão sofrer em alguns momentos.
Então, de onde vem essa nossa culpa? Ela é inerente a maternidade ou é fruto de imagem vendida pela nossa sociedade da MÃE MODERNA PERFEITA? Ela é uma mulher linda que tem seus filhos todos de parto normal sem dor, que amamenta facilmente e sem dor,que no dia seguinte ao parto já está magra e bem disposta, cujo filho é comportado desde os primeiros dias e se ela teve que acordar alguma vez de madrugada, o fez sempre de bom humor e sem um fio de cabelo despenteado. É a mãe que trabalha fora e é uma profissional conceituada e atualizada, que tem um excelente salário, que consegue dar atenção merecida aos filhos e ao marido, sempre de bom humor, que tem tempo pra ir a academia, cabelereiros e faz sempre um dieta saudável e equilibrada. E faz tudo isso sem reclamar, sem se cansar e se sente completamente feliz 100% do tempo.
Me desculpem: mas essa é a mãe ideal…que não existe. A mãe real é como todas nós: sempre se desdobrando em 10 e sempre com a sensação de que não vai dar conta de tudo. E sempre atormentadas pela nossa antiga companheira, a CULPA. A melhor analogia que encontro é com aquela velha história do cobertor curto, que, para cobrírmos uma parte, acabamos descobrindo a outra.
E no final, tudo dá certo, nossos filhos crescem e se desenvolvem apesar dos nossos acertos e erros e se tornam pessoas diferentes de nós, amadas sim, muito, mas diferentes. Pessoas que pensarão diferente e discordarão de nós em vários pontos. Podem até nos culpar por isso e por aquilo, mas nunca vão ter a noção de quanto nós mesmas já nos culpamos.
Por fim, visto que toda essa culpa é desnecessária e até nociva, talvez devessemos começar a deixá-la de lado, pelo menos um pouco, e nos concentrarmos em sermos felizes, com as nossas imperfeições.
Não são palavras minhas, mas li, me indentifiquei e gostei.
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